O
Feminino Sagrado em socorro da auto-estima e da valorização pessoal
Autoestima.
Aaahhh a autoestima. Uma coisa tão simples e tão complicada, que é
capaz de fazer uma mulher se sentir
o
máximo e o mínimo em questão de segundos.
O
assunto auto-estima, está longe de ser um assunto fácil, pois
envolve questões que não são nada fáceis de lidar, como
aceitação, vergonha, insegurança, medo, sentimentos de
inferioridade e culpa, violência física e emocional e assim,
interfere diretamente na vida nas mulheres, no seu dia a dia, no
trabalho e mesmo mas relações, consigo mesma e com os outros.
Por
ser um assunto complicado e com várias facetas, aos poucos vou
colocando posts com temas que se relacionam diretamente com a
auto-estima e o que se pode fazer para melhorá -la. Sugestões serão
bem vinda.
A
auto-estima
A
auto-estima é a auto-imagem que temos ou fazemos de nós mesmas, e a
esse conceito, muitos outros estão ligadas, como o conceitos de
amor-próprio, auto conceito ou mesmo auto confiança (ver obs.
abaixo). Essa definição vai muito além de um sentimento por nós
mesmas, inclui pensamentos e comportamentos que temos no decorrer de
nossas vidas.
Outras
definições para auto-estima:
-
é a capacidade da pessoa aceitar-se a si mesma
-
o amor que nutri por si mesma
-
se valorizar
-
ter uma opinião positiva a respeito de si mesma,, ser confiante,
acreditar em si e na sua capacidade
-
ter sentimentos bons a seu respeito
E
ela pode ser positiva, negativa ou idealizada, dependendo do momento
em que nos encontramos e das vivências que tivemos desde a infância.
E quando não é dado o devido cuidado a ela, podemos ter problemas
que vão desde uma pequena disfunção alimentar, até casos extremos
de depressão.
É
durante a infância que o processo se inicia e a medida que crescemos
vamos, cada vez mais, tendo percepção dela e de suas
características. É um aspecto da nossa personalidade, a formação
e conquista da nossa identidade, que por sua vez resulta na adaptação
da sociedade em que vivemos.
Mulheres
com boa autoestima confiam em si mesmas e sabem reconhecer seu valor,
seus defeitos e limitações, sendo honestas consigo mesmas, e lidam
de forma coerente com eles. São capazes de dizer a si mesmas “Eu
tenho valor, sou capaz, mereço ser amada e respeitada por aquilo que
sou”. É uma satisfação pessoal, que nada tem as ver com beleza,
talento, inteligência ou mesmo condição social. Têm mais
facilidade para resolver problemas e ver o lado positivo das coisas,
riem de si mesmas, têm relacionamentos saudáveis e estão menos
propensas ao estresse e doenças. Essa
auto confiança não vem de comparações ou mesmo aprovação de
terceiros, é um reconhecimento interno.
Por
outro lado, mulheres com baixa
auto-estima sentem dificuldade em se encarar, em tomar decisões,
definir metas, evitam olhar-se no espelho, têm pouca confiança em
si mesmas e sentimentos de culpa e inferioridade são recorrentes.
Fazem uma análise excessiva de si mesmas, dando ênfase sempre aos
defeitos, que elas mesmas se atribuem, e têm sempre uma visão
negativa de si mesmas, se afastam das pessoas, têm dificuldades de
fazer novos amigos. Evitam olhar nos olhos dos outros, preferem ficar
sozinhas e podem ter uma visão desesperançada e distorcida de si
mesmas. Em casos extremos, podem tornar-se anti-sociais ou mesmo
violentas.
O
Feminino Sagrado vem em socorro dessas mulheres. Auxiliando-as a se
desvincularem de padrões de beleza e de conceitos pré-estabelecidos,
tais como comportamentos e regras, equivocadamente, impostas pela
sociedade. Através de uma mudança de pensamento a respeito de si
própria, a mulher vai os poucos percebendo o seu verdadeiro valor,
começa a enxergar a si própria e a ver a Deusa que existe dentro
dela. Começa então o processo de resgate do Feminino Sagrado, a
mulher aprende a se conhecer de forma completa e plena, aceita o
momento em que vive e as mudanças decorrentes dele, se enxerga com
confiança, segurança e respeito, resgata a feminilidade e assim, se
ama mais, se cuida mais, se protege mais e é mais feliz.
OBS.:
Auto estima é a opinião que temos a cerca de nós mesmas
(auto-conceito), que somada ao sentimento que nutrimos por nós
(amor-próprio, auto-valorização) e complementada pelos demais
comportamentos e pensamentos que estimulam a confiança, segurança e
valor que damos a nós (auto-confiança), formam a imagem que fazemos
da nossa pessoa.
Estatísticas
Apresentada no Congresso Europeu de Terapia Cognitivo-Comportamental em 2012, pesquisa realizada pela ISMA-BR, apontou os principais efeitos causados pela baixa autoestima em uma pessoa. A pesquisa se baseou em entrevistas com 1.086 mulheres e 44% afirmaram ter problemas relacionados à autoestima. Dados da pesquisa:
89% têm dores musculares e dor de cabeça
13% têm taquicardia ou arritmia cardíaca
26% têm problemas gastrointestinais
77% sofrem de angústia
83% sofrem de ansiedade
46% sofrem de depressão
59% passam por conflitos interpessoais (como problemas em suas relações amorosas)
Estatísticas
Apresentada no Congresso Europeu de Terapia Cognitivo-Comportamental em 2012, pesquisa realizada pela ISMA-BR, apontou os principais efeitos causados pela baixa autoestima em uma pessoa. A pesquisa se baseou em entrevistas com 1.086 mulheres e 44% afirmaram ter problemas relacionados à autoestima. Dados da pesquisa:
89% têm dores musculares e dor de cabeça
13% têm taquicardia ou arritmia cardíaca
26% têm problemas gastrointestinais
77% sofrem de angústia
83% sofrem de ansiedade
46% sofrem de depressão
59% passam por conflitos interpessoais (como problemas em suas relações amorosas)